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Arroz integral: 7 mitos ou verdades sobre esse poderoso alimento
Guia Culinário 19/07/2017

Arroz integral: 7 mitos ou verdades sobre esse poderoso alimento

Cada vez mais indicado e incorporado às dietas do dia a dia, o arroz integral é, reconhecidamente, um alimento poderoso e que traz diversos benefícios à nossa saúde. O cereal, caracterizado por manter a sua casca, no entanto, ainda é motivo de dúvidas e “achismos” das pessoas. Por isso, para sanar algumas questões sobre o uso desse alimento, vamos desvendar o que é, de fato, verdade e o que é meramente “mito” do senso comum.

Segundo a nutricionista Bianca Sermarini há diversas vantagens para incluirmos os tipos de arroz integral em nossa rotina alimentar. Ela explica as razões:

“A porção central do grão integral é composta majoritariamente por amido. Já sua camada mais externa, além de lipídios e proteínas, é rica em vitaminas (tiamina, niacina, riboflavina e alfa-tocoferol), minerais (manganês, magnésio, cobre, selênio, fósforo e potássio) e fibras solúveis e insolúveis. Ele ainda é fonte de compostos fenólicos. O arroz integral apresenta propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que auxiliam no tratamento e na condução de várias doenças”, destacou a profissional, ressaltando a forma adequada de preparo do arroz integral, para aproveitarmos melhor os seu nutrientes:

“A melhor técnica é deixar o arroz em uma travessa com água durante a noite antes de cozinhá-lo em uma proporção de cinco xícaras de água para cada xícara de arroz”, enfatiza:

7 mitos e verdades sobre o arroz integral: Quais são os seus benefícios para a saúde?

01 – Comer arroz integral ajuda a emagrecer?

VERDADE : O arroz integral é um alimento recomendado para todos aqueles que querem emagrecer com saúde e qualidade de vida. “Além de ajudar no funcionamento do intestino, suas fibras também promovem uma sensação de saciedade, e, consequentemente, você comerá menos”, destaca a profissional.

02 – O arroz integral é bom para o cérebro?

VERDADE: O magnésio, encontrado em grande concentração no cereal, é um importante nutriente para o cérebro. “Ele é necessário para a síntese do neurotransmissor serotonina. O mineral ainda compensa a ação do cálcio em todo nosso corpo, que participa, por exemplo, do processo de transmissão de impulsos nervosos. O magnésio impede que ocorra um aumento abrupto de cálcio nos neurônios”, explica a especialista.

03 – O arroz integral é bom para regular a diabetes?

VERDADE: O arroz integral também é um aliado dos portadores de diabetes do tipo 2. Segundo a nutricionista, nas Filipinas, foi realizada uma pequena pesquisa para avaliar o impacto do consumo de arroz branco e integral em pessoas com e sem diabetes: “O estudo, publicado no International Journal of Food and Nutrition, mostrou que o consumo de arroz integral, ao invés do arroz branco, diminuiu o nível de glicose no sangue tanto nos participantes saudáveis como nos diabéticos (e nesse caso, a redução da glicemia foi de 35%)”, ressalta Bianca.

04 – O arroz integral é bom para o sistema cardiovascular?

VERDADE: Assim como serve para as funções cerebrais, o magnésio do arroz integral também ajuda a regular o ritmo cardíaco, a inibir a agregação das plaquetas e a relaxar o músculo liso dos vasos sanguíneos. “A pectina, fibra solúvel do arroz integral, também ajuda a reduzir outro fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares: o colesterol”, acrescenta a nutricionista.

05 – O arroz branco engorda mais que arroz integral?

MITO: O arroz branco e o integral têm praticamente a mesma quantidade de calorias, sendo o arroz integral, até mesmo, um pouco mais calórico (100 g de arroz branco cozido fornece 170 kcal, enquanto o integral fornece 180 kcal) “Mas a grande vantagem de se consumir o arroz integral é que ele apresenta um maior conteúdo de fibras, que poderão contribuir para a saciedade e o melhor funcionamento do intestino”, enfatiza a Dra. Bianca Sermarini.

06 – Arroz integral não tem gosto de nada?

MITO: Nenhum arroz tem gosto de nada o que vai diferenciar é a forma de preparo. A forma que será feito, refogado com legumes, por exemplo.